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	<title>Festival de Cinema de Gramado</title>
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		<title>Obrigado!</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 20:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pronexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Festival de Cinema de Gramado agradece a participação de todas as marcas na 40ª edição!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>O Festival de Cinema de Gramado agradece a participação de todas as marcas na 40ª edição!</em></p>
<p><a href="http://festivaldegramado.net/2012/wp-content/uploads/2012/08/215427_483413808338497_1045106297_n.jpg"><img class="size-full wp-image-1075 alignleft" title="215427_483413808338497_1045106297_n" src="http://festivaldegramado.net/2012/wp-content/uploads/2012/08/215427_483413808338497_1045106297_n.jpg" alt="" width="518" height="577" /></a></p>
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		<item>
		<title>Divulgados os premiados do  40º Festival de Cinema de Gramado</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Aug 2012 02:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pronexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A cerimônia de premiação do 40º Festival de Cinema de Gramado ocorreu sábado, dia 18 de agosto, no Palácio dos Festivais, a partir das 21h. Conheça os premiados:  Curtas-metragens Melhor desenho de som Entrega: Fernanda Moro Vencedor: Gabriela Bervian / Casa Afogada Melhor Trilha Musical Entrega: Fernanda Moro Vencedor: Marcos Azambuja / Funeral à Cigana Melhor Direção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cerimônia de premiação do 40º Festival de Cinema de Gramado ocorreu sábado, dia 18 de agosto, no Palácio dos Festivais, a partir das 21h.</p>
<p>Conheça os premiados:<strong> </strong></p>
<p><a href="http://festivaldegramado.net/2012/wp-content/uploads/2012/08/VARL5471.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1062" title="40º Festival de Cinema de Gramado. Ganhadores dos Kikitos do Festival de Cinema. Crédito: Edison Vara/Pressphoto" src="http://festivaldegramado.net/2012/wp-content/uploads/2012/08/VARL5471-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Curtas-metragens</strong><br />
Melhor desenho de som<br />
Entrega: Fernanda Moro<br />
Vencedor: Gabriela Bervian / Casa Afogada</p>
<p>Melhor Trilha Musical<br />
Entrega: Fernanda Moro<br />
Vencedor: Marcos Azambuja / Funeral à Cigana</p>
<p>Melhor Direção de Arte<br />
Entrega: Fernanda Moro<br />
Vencedor: Iara Noemi e Gilka Vargas / Casa Afogada</p>
<p>Melhor Montagem<br />
Entrega: Fernanda Moro<br />
Vencedor: Di Melo – O Imorrível / Gustavo Forte Leitão</p>
<p>Melhor Fotografia<br />
Entrega: Fernanda Moro<br />
Vencedor: Bruno Polidoro / Casa Afogada</p>
<p>Melhor Roteiro<br />
Entrega: César Troncoso<br />
Vencedor: Marcelo Matos de Oliveira / Menino do Cinco</p>
<p>Melhor Atriz<br />
Entrega: César Troncoso<br />
Vencedor: Sabrina Greve / O Duplo</p>
<p>Melhor Ator<br />
Entrega: César Troncoso<br />
Vencedor: Thomas Vinícius de Oliveira e Emanuel de Sena/ Menino do Cinco</p>
<p>Prêmio Especial do Júri<br />
Entrega: César Troncoso<br />
Vencedor: A mão que Afaga / Gabriela Amaral Almeida</p>
<p>Melhor Filme Júri Popular<br />
Entrega: Jorge Mautner<br />
Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira</p>
<p>Melhor Diretor<br />
Entrega: César Troncoso<br />
Vencedor: Gilson Vargas / Casa Afogada</p>
<p>Melhor Filme<br />
Entrega: César Troncoso<br />
Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira</p>
<p>Prêmio Canal Brasil &#8211; Melhor Filme<br />
Entrega: Rodrigo Fonseca<br />
Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira<br />
<strong> </strong><br />
<strong>Longa-metragem Estrangeiro</strong></p>
<p>Melhor Fotografia<br />
Entrega: Ingra Liberato<br />
Vencedor: Boris Peters e Larry Peters/ Leontina</p>
<p>Melhor Roteiro<br />
Entrega: Ingra Liberato<br />
Vencedor: Eduardo del Llano Rodríguez / Vinci</p>
<p>Melhor Ator<br />
Entrega: Ingra Liberato<br />
Vencedor: Jorge Esmoris / Artigas, la Redota</p>
<p>Menção honrosa<br />
Vencedor: Daniel Fernández e Mariana Pereira, pela direção de arte de &#8220;Artigas, la Redota&#8221;(Uruguai)</p>
<p>Menção honrosa<br />
Vencedor: Luciano Supervielle, pela trilha de &#8220;Artigas, la Redota&#8221;(Uruguai)</p>
<p>Menção honrosa<br />
Vencedor: Osvaldo Montes, pela trilha de &#8220;Vinci&#8221;(Cuba)</p>
<p>Melhor Filme Júri Popular<br />
Entrega: Ingra Liberato<br />
Vencedor: Artigas, la Redota / César Charlone</p>
<p>Melhor Diretor<br />
Entrega: Ingra Liberato<br />
Vencedor: César Charlone / Artigas, La Redota</p>
<p>Melhor Filme<br />
Entrega: Ingra Liberato<br />
Vencedor: Artigas, la Redota<br />
<strong> </strong><br />
<strong>Júri da Crítica</strong><br />
<strong> </strong><br />
Melhor Curta-metragem<br />
Entrega: Mônica Kantiz<br />
Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira</p>
<p>Melhor Longa Estrangeiro<br />
Entrega: Mônica Kantiz<br />
Vencedor: Artigas, la Redota / César Charlone</p>
<p>Melhor Longa Brasileiro<br />
Entrega: Mônica Kantiz<br />
Vencedor: O som ao redor / Kleber Mendonça Filho</p>
<p><strong>Longa-metragem brasileiro</strong></p>
<p>Melhor Desenho de Som<br />
Entrega: Daniela Escobar<br />
Vencedor: Kleber Mendonça Filho e Pablo Lamar / O Som ao Redor</p>
<p>Melhor Trilha Musical<br />
Entrega: Daniela Escobar<br />
Vencedor: André Abujamra / Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!</p>
<p>Melhor Direção de Arte<br />
Entrega: Daniela Escobar<br />
Vencedor: Zenor Ribas / Colegas</p>
<p>Melhor Montagem<br />
Entrega: Daniela Escobar<br />
Vencedor: Leyda Napoles / Jorge Mautner – o filho do holocausto</p>
<p>Melhor Fotografia<br />
Entrega: Daniela Escobar<br />
Vencedor: Gustavo Hadba / Jorge Mautner – o filho do holocausto</p>
<p>Melhor Roteiro<br />
Entrega: Daniela Escobar<br />
Vencedor: Pedro Bial / Jorge Mautner – O Filho do Holocausto</p>
<p>Melhor Atriz<br />
Entrega: Daniela Escobar<br />
Vencedor: Fernanda Vianna / O Que Se Move</p>
<p>Melhor Ator<br />
Entrega: Daniela Escobar<br />
Vencedor: Marat Descartes / Super Nada</p>
<p>Prêmio Especial do Júri<br />
Entrega: Daniela Escobar<br />
Vencedor: Breno Viola, Rita Pokk e Ariel Goldenberg / Colegas</p>
<p>Melhor Filme Júri Popular<br />
Entrega: Arnaldo Jabor<br />
Vencedor: O Som ao Redor</p>
<p>Melhor Diretor<br />
Entrega: Arnaldo Jabor<br />
Vencedor: Kleber Mendonça Filho / O Som ao Redor</p>
<p>Melhor Filme<br />
Entrega: Arnaldo Jabor<br />
Vencedor: Colegas / Marcelo Galvão</p>
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		<title>Encontro com a imprensa faz balanço da 40ª edição</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 19:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pronexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Itamar Aguiar/Pressphoto Faltam poucas horas para a cerimônia de encerramento do 40º Festival de Cinema de Gramado. Um balanço geral do evento, no entanto, foi realizado hoje à tarde em uma coletiva na sala de debates da Sociedade Recreio Gramadense. Presentes no encontro, os curadores Marcos Santuario e Rubens Ewald [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1048" title="" src="http://festivaldegramado.net/2012/wp-content/uploads/2012/08/40anos_FestivaldeCinema-2409-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Itamar Aguiar/Pressphoto</em></p>
<p style="text-align: justify;">Faltam poucas horas para a cerimônia de encerramento do 40º Festival de Cinema de Gramado. Um balanço geral do evento, no entanto, foi realizado hoje à tarde em uma coletiva na sala de debates da Sociedade Recreio Gramadense. Presentes no encontro, os curadores Marcos Santuario e Rubens Ewald Filho, o diretor da Um Cultural (produtora e proponente do Festival), Ralfe Cardoso, e a secretária de turismo e coordenadora do evento, Rosa Helena Volk.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Foi o primeiro passo de um grande projeto&#8221;, comentou a secretária, que afirmou a ideia de que a 40ª edição tem como objetivo dar o pontapé inicial para ampliação e solidificação do evento. Em números, a cidade de Gramado excedeu as expectativas em tempos de Festival: a perspectiva inicial de receber 150 mil visitantes foi superada. Até sexta-feira (17) a cidade já tinha recebido 170 mil visitantes. &#8220;Sabíamos que o desafio era grande, mas o carinho de todas as pessoas foi muito grande. Sentimos em todos a vontade de fortalecer o Festival, todos entenderam que era a hora de se unir. Que isso permaneça por muitos e muitos anos. Esse é um momento de agradecimento&#8221;, indicou Rosa Helena.</p>
<p style="text-align: justify;">Ralfe Cardoso também comemora o resultado alcançado pela 40ª edição, enfatizando a participação do público no processo de renovação do evento: &#8220;Tivemos momentos com mais e menos interesse do público, mas nunca salas vazias. É um momento de retomada de público. A redução do valor do ingresso foi fundamental nesse sentido. E, com certeza, isso será permante. Não existe razão para fazer diferente&#8221;. A imprensa também recebeu agradecimentos do diretor da Um Cultural, que destacou a parceria com os veículos de comunicação. &#8220;Nós carregamos juntos o Festival. Tivemos essa compreensão generosa de todos os segmentos, esforços sobrenaturais para celebrar os 40 anos do Festival e uma repercussão positiva para todos, inclusive do ponto de vista financeiro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A plateia também teve voz na coletiva. Susana Schild, do júri da crítica, elogiou a curadoria composta por José Wilker, Marcos Santuário e Rubens Ewald Filho: &#8220;Normalmente, em várias seleções, temos que escolher o menos pior. Não foi o que aconteceu nessa edição. Assistimos a filmes surpreendentes, inusitados e que mostram novos caminhos&#8221;. Nesse sentido, a missão idealizada por Marcos Santuário foi cumprida, já que ele acredita que mais do que a curadoria falar, a ideia era de que os filmes falassem pelos curadores. O diretor da FUNDACINE, Luiz Alberto Cassol, ainda agradeceu a acolhida do Festival em relação às entidades de cinema, destacando que essa foi a primeira vez em que as entidades participaram efetivamente de diálogos com o evento. E, como apontou o curador Marcos Santuário, &#8220;ficou claro de uma vez por todas: a partir de agora, o Festival só vai melhorar!&#8221;.</p>
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		<title>Último dia de debates</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 19:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pronexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Itamar Aguiar/Pressphoto O último debate do 40º Festival de Cinema de Gramado aconteceu na manhã desse sábado na sala de debates da Sociedade Recreio Gramadense. Primeiro, o encontro colocou em pauta os curtas exibidos na noite anterior: Um Diálogo de Ballet e O Duplo. Com carreira que também abrange projetos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1054" title="" src="http://festivaldegramado.net/2012/wp-content/uploads/2012/08/40anos_FestivaldeCinema-2403-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Itamar Aguiar/Pressphoto</em></p>
<p style="text-align: justify;">O último debate do 40º Festival de Cinema de Gramado aconteceu na manhã desse sábado na sala de debates da Sociedade Recreio Gramadense. Primeiro, o encontro colocou em pauta os curtas exibidos na noite anterior: <em>Um Diálogo de Ballet</em> e <em>O Duplo</em>. Com carreira que também abrange projetos realistas e naturalistas, a diretora Juliana Rojas disse que realizar <em>O Duplo</em> foi uma experiência especial: &#8220;Foi quando eu me senti mais confortável para usar elementos do gênero fantástico. Nunca pensei em fazer um filme de terror, mas sim usar elementos para dialogar com o gênero&#8221;. Já Márcio e Filipe, diretores de <em>Um Diálogo de Ballet</em>, contaram como foi o processo de direção compartilhada e a criação do estilo do curta: &#8220;Temos grande afinidade de interesses e um apreço muito grande pelo trabalho com atores e diálogos. Sempre entramos em consenso. E, nesse curta, pensamos na relação documentário X ficção desde início. Mais do que indivíduos, os personagens do curta representam um grupo social&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O último longa debatido na programação do 40º Festival de Cinema de Gramado foi <em>Jorge Mautner: O Filho do Holocausto</em>, de Pedro Bial e Heitor D&#8217;Alincourt. Antes de falar sobre o filme em si, o diretor comentou a qualidade acústica do Palácio dos Festivais, fazendo referência aos problemas técnicos da sessão de <em>O Som ao Redor</em> na quinta-feira: &#8220;O som é nosso grande parceiro. E parabéns para a organização pelo som. Público e realizadores precisam ter essa benevolência. Atualmente, existe uma transição de tecnologia e formatos muito grande. Temos que ter paciência&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Usando a obra <em>O Filho do Holocausto</em>, do próprio Jorge Mautner, como referência para a construção do filme, o diretor disse que Mautner é uma figura rica em histórias: &#8220;Dá para fazer uns dez filmes sobre o Jorge Mautner. E nós quisemos mostrar sua obra de forma palatável, apresentá-lo como um artista pop, como sempre foi a proposta dele&#8221;. D&#8217;Alincourt apontou que se não tivesse o livro como referência, existia a possibilidade de se perder em tantos momentos da vida do artista. Assim, o livro o ajudou a construir a estrutura do longa: &#8220;Casa música ali tem um porquê. Construímos o roteiro também com a música. E ainda demos a ele a luz e a captação que ele nunca teve. Foi tudo feito com muita confiança. A família dele abriu sua vida para nós&#8221;.</p>
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		<title>Homenagem para Arnaldo Jabor</title>
		<link>http://festivaldegramado.net/2012/homenagem-para-arnaldo-jabor/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 15:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pronexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto &#8220;Estou de volta. 40 anos depois. Isso que é triste&#8221;, brincou Arnaldo Jabor. O homenageado do Troféu Eduardo Abelin não hesita em falar sobre o tempo: &#8220;Ser homenageado é bom e ruim. Bom por razões óbvias e ruim porque você se sente velho&#8221;. No encontro que realizou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1043" title="40 festival de Cinema de Gramado. Homenageado com Troféu Eduardo Abelin Arnaldo Jabor chega no Tapete Vermelho do Festival de Gramado. Crédito: Cleiton Thiele/Pressphoto" src="http://festivaldegramado.net/2012/wp-content/uploads/2012/08/MG_9616-221x300.jpg" alt="" width="221" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto</em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estou de volta. 40 anos depois. Isso que é triste&#8221;, brincou Arnaldo Jabor. O homenageado do Troféu Eduardo Abelin não hesita em falar sobre o tempo: &#8220;Ser homenageado é bom e ruim. Bom por razões óbvias e ruim porque você se sente velho&#8221;. No encontro que realizou com a imprensa antes de se dirigir ao Palácio dos Festivais para a exibição especial de <em>Toda Nudez Será Castigada</em>, Jabor falou de cinema, jornalismo e política.</p>
<p style="text-align: justify;">Autocrítico, o diretor contou que está confortável com sua carreira na TV e que não tem planos de voltar a filmar: &#8220;Gosto de ser jornalista. Inclusive, acho que virei uma espécie de personagem de mim mesmo na TV. Não sei se volto a filmar, fazer cinema é barra pesada. E hoje, ao contrário do que acontece, não preciso fazer cinema para ganhar dinheiro. Se eu fizer um filme, tem que ser só pela vontade mesmo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando desistiu do cinema nos anos 1990, com a gestão Collor, por &#8220;não ter um tostão&#8221; para fazer cinema e estar &#8220;cansado de sofrer por causa disso&#8221;, Jabor ainda não conseguia prever a mudança do espectador. No seu retorno ao cinema, em 2010, ele disse ter se assustado com a mudança: &#8220;O público mudou muito. Agora o espectador é um videogame do filme. Não existe mais o cinema analítico. É até meio ridículo você esculhambar o filme&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do encontro com a imprensa, Jabor compareceu ao Palácio dos Festivais para a exibição de <em>Toda Nudez Será Castigada</em>, primeiro filme a vencer o Festival de Cinema de Gramado. Após a exibição, foi homenageado com o Troféu Eduardo Abelin. &#8220;Estou felicíssimo de receber homenagem desse Festival que nasceu da raiz do cinema brasileiro. Estou emocionado&#8230; 40 anos passam muito rápido!&#8221;, comentou. Retornando à Gramado depois de tanto tempo, o diretor falou das mudanças que percebeu na cidade, a necessidade do cinema brasileiro sempre renascer e como <em>Toda Nudez Será Castigada</em> foi um filme feito com muita garra e juventude.</p>
<p style="text-align: justify;">O homenageado também comentou as transformações passadas não só pelo cinema mas também pelo próprio mundo: &#8220;É um excesso de informações. Afinal, qual a real expressão disso tudo? Para onde vamos?&#8221;. Mais especificamente sobre o Brasil, fez uma revelação. &#8220;Não digo isso na TV, mas o Brasil está melhorando. É o país do futuro&#8221;, comentou. Fechando a mostra competitiva do Festival, também foram exibidos os curtas <em>O Duplo</em>, de Juliana Rojas, e <em>Um Diálogo de Ballet</em>, de Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, e o longa <em>Jorge Mautner &#8211; O Filho do Holocausto</em>, de Pedro Bial e Heitor D&#8217;Alincourt.</p>
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		<title>Resistência e glória</title>
		<link>http://festivaldegramado.net/2012/resistencia-e-gloria/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2012 22:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pronexo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O criador do Festival de Cinema de Gramado, Horst Volk, fala sobre o início do evento, momentos marcantes, dificuldades e o significado da 40ª edição Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Edison Vara/Pressphoto A 40ª edição do Festival de Cinema de Gramado não seria possível sem Horst Volk. Ou melhor, o Festival em si não teria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1038" title="VARL4175" src="http://festivaldegramado.net/2012/wp-content/uploads/2012/08/VARL4175-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p><em>O criador do Festival de Cinema de Gramado, Horst Volk, fala sobre o início do evento, momentos marcantes, dificuldades e o significado da 40ª edição</em></p>
<p style="text-align: justify;">Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Edison Vara/Pressphoto</p>
<p style="text-align: justify;">A 40ª edição do Festival de Cinema de Gramado não seria possível sem Horst Volk. Ou melhor, o Festival em si não teria existido sem ele. Volk foi para Gramado com a família em 1952, onde fundaram a Calçados Ortopé S.A. Vereador da cidade por dois mandatos e líder e presidente da Câmara de Vereadores, como prefeito se destacou pela liderança no setor turístico, fomentando e incentivando vários eventos na região serrana. Entre as tantas iniciativas que impulsionou e criou, está o Festival de Cinema de Gramado, que, nesta sexta-feira, 10, começa a celebrar os 40 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O início foi de muitos desafios a serem superados, principalmente os geográficos. &#8220;Gramado era uma cidade pouco conhecida. Não estava no mapa do Brasil. Literalmente. Mas nada é impossível. E foi só uma questão de tempo&#8221;. Ao lado do secretário de turismo da cidade, Romeu Dutra, seu &#8220;braço direito e esquerdo&#8221;, Horst Volk não se intimidou com as dificuldades e, em janeiro de 1973, realizou a primeira edição do Festival de Cinema de Gramado. &#8220;Nós fomos à luta e conseguimos. Tivemos muita coragem, até porque a cidade ainda não estava preparada. Fomos criticados pela comunidade religiosa e testemunhamos protestos para que não acontecesse uma segunda edição&#8221;, lembra.</p>
<p style="text-align: justify;">Só que Horst, apesar da desistência de alguns e da resistência da comunidade, decidiu levar a ideia em frente, pois considerava fundamental a valorização do cinema brasileiro em uma terra que ainda não tinha feito nada neste sentido. &#8220;Nessa jornada tivemos muitos apoiadores. Os atores José Lewgoy e Paulo José, por exemplo, foram muito importantes. Gaúchos com carreira no centro do país, eles contribuíram para a nossa troca cinematográfica com o Rio de Janeiro&#8221;, comenta. O Festival também contou com a Rede Globo e o Grupo Caldas Júnior. “As dificuldades de comunicação eram muito grandes. Não tínhamos telefone e o correio nos emprestou telégrafos!&#8221;. Mesmo assim, o início foi positivo, em especial a primeira edição, considerada “grande” por ele. &#8220;Muitos acharam escandaloso, porque tivemos até atriz fazendo topless, o que foi bom e rendeu uma boa mídia&#8221;, recorda.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos anos seguintes, o crescimento e a visibilidade do Festival de Cinema de Gramado foram fundamentais para a evolução da própria cidade, que, até então, era conhecida por alguns cariocas como &#8220;Gramacho&#8221;. &#8220;Na época, Canela era mais famosa. O Festival nos trouxe mais visitantes e demos um grande salto cultural e turístico. Foi um divisor de águas&#8221;, segundo Horst. Outro momento marcante para o criador do Festival foi o ano de 1988, quando o evento completava 15 anos. Nesta data, os jornalistas já se comunicavam massivamente com o Festival e pediram mais lugares nas sessões de exibição. &#8220;O Festival já estava pequeno. Era necessário ampliá-lo. Assim, a comissão de ampliação, com grande parte do capital investido pela Ortopé, aumentou de 150 para 1050 o número de lugares no cinema”, comenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo passando pela crise do governo Collor, o fechamento da EMBRAFILME, a falta de verbas para a cultura, e outros tantos momentos turbulentos do cenário político nacional, o Festival aconteceu ano a ano. &#8220;No período Collor, que foi a fase mais crítica, não nos abalamos. Todas as crises foram superadas com muito trabalho&#8221;, aponta. Agora, prestes a ver o evento completar 40 anos, Horst não esconde sua satisfação. &#8220;Nós sempre desejamos e trabalhamos para isso, mas virar realidade é outra história. Entre sonhos, alegrias e problemas &#8211; por que não &#8211; nada diminui a sensação de que tudo dará certo&#8221;. E deu!</p>
<p style="text-align: justify;">Horst não hesita em falar sobre os problemas financeiros atuais. &#8220;Este ano, o evento está mais enxuto financeiramente. Mas não em arte. Durante essa já longa trajetória, tivemos filmes bons e ruins, maior e menor financiamento do governo, alternância de políticos e visões. Mas sempre permaneceu a seriedade. Gramado sobreviveu a tudo. É o maior festival ininterrupto do Brasil&#8221;. Sua confiança para a 40ª edição também está depositada na nova coordenadora do evento &#8211; e também secretária de turismo de Gramado &#8211; Rosa Helena Volk. &#8220;Confio muito nela. É a pessoa certa, na hora certa, no lugar certo. Tenho certeza que esse grandioso evento está em excelentes mãos&#8221;, afima.</p>
<p style="text-align: justify;">E o que representa essa 40ª edição, que prestará uma homenagem a Horst Volk na noite do dia 12 de agosto? Para o criador do evento, os 40 anos significam glória. Mais do que nunca, é hora de acreditar no cinema e tornar o Festival cada vez maior. Horst ainda agradece à imprensa. &#8220;Afirmo, com certeza, que essa grande festa deve muito ao setor da comunicação. “Nada disso seria possível sem o trabalho da imprensa!&#8221;. Mais do que isso, ele faz questão de agradecer a todos os que fizeram história no Festival. &#8220;Obrigado! Mesmo! Jornalistas, atores, diretores, distribuidores, lanternas&#8230; É uma alegria ver esses 40 anos!  espero ver os 50!&#8221;.</p>
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