Archive for the ‘Sem categoria’ Category

    O Festival de Cinema de Gramado agradece a participação de todas as marcas na 40ª edição!

    28 ago 2012

    Obrigado!

    Author: pronexo | Filed under: Sem categoria

    A cerimônia de premiação do 40º Festival de Cinema de Gramado ocorreu sábado, dia 18 de agosto, no Palácio dos Festivais, a partir das 21h.

    Conheça os premiados: 


    Curtas-metragens
    Melhor desenho de som
    Entrega: Fernanda Moro
    Vencedor: Gabriela Bervian / Casa Afogada

    Melhor Trilha Musical
    Entrega: Fernanda Moro
    Vencedor: Marcos Azambuja / Funeral à Cigana

    Melhor Direção de Arte
    Entrega: Fernanda Moro
    Vencedor: Iara Noemi e Gilka Vargas / Casa Afogada

    Melhor Montagem
    Entrega: Fernanda Moro
    Vencedor: Di Melo – O Imorrível / Gustavo Forte Leitão

    Melhor Fotografia
    Entrega: Fernanda Moro
    Vencedor: Bruno Polidoro / Casa Afogada

    Melhor Roteiro
    Entrega: César Troncoso
    Vencedor: Marcelo Matos de Oliveira / Menino do Cinco

    Melhor Atriz
    Entrega: César Troncoso
    Vencedor: Sabrina Greve / O Duplo

    Melhor Ator
    Entrega: César Troncoso
    Vencedor: Thomas Vinícius de Oliveira e Emanuel de Sena/ Menino do Cinco

    Prêmio Especial do Júri
    Entrega: César Troncoso
    Vencedor: A mão que Afaga / Gabriela Amaral Almeida

    Melhor Filme Júri Popular
    Entrega: Jorge Mautner
    Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira

    Melhor Diretor
    Entrega: César Troncoso
    Vencedor: Gilson Vargas / Casa Afogada

    Melhor Filme
    Entrega: César Troncoso
    Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira

    Prêmio Canal Brasil – Melhor Filme
    Entrega: Rodrigo Fonseca
    Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira
     
    Longa-metragem Estrangeiro

    Melhor Fotografia
    Entrega: Ingra Liberato
    Vencedor: Boris Peters e Larry Peters/ Leontina

    Melhor Roteiro
    Entrega: Ingra Liberato
    Vencedor: Eduardo del Llano Rodríguez / Vinci

    Melhor Ator
    Entrega: Ingra Liberato
    Vencedor: Jorge Esmoris / Artigas, la Redota

    Menção honrosa
    Vencedor: Daniel Fernández e Mariana Pereira, pela direção de arte de “Artigas, la Redota”(Uruguai)

    Menção honrosa
    Vencedor: Luciano Supervielle, pela trilha de “Artigas, la Redota”(Uruguai)

    Menção honrosa
    Vencedor: Osvaldo Montes, pela trilha de “Vinci”(Cuba)

    Melhor Filme Júri Popular
    Entrega: Ingra Liberato
    Vencedor: Artigas, la Redota / César Charlone

    Melhor Diretor
    Entrega: Ingra Liberato
    Vencedor: César Charlone / Artigas, La Redota

    Melhor Filme
    Entrega: Ingra Liberato
    Vencedor: Artigas, la Redota
     
    Júri da Crítica
     
    Melhor Curta-metragem
    Entrega: Mônica Kantiz
    Vencedor: Menino do Cinco / Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira

    Melhor Longa Estrangeiro
    Entrega: Mônica Kantiz
    Vencedor: Artigas, la Redota / César Charlone

    Melhor Longa Brasileiro
    Entrega: Mônica Kantiz
    Vencedor: O som ao redor / Kleber Mendonça Filho

    Longa-metragem brasileiro

    Melhor Desenho de Som
    Entrega: Daniela Escobar
    Vencedor: Kleber Mendonça Filho e Pablo Lamar / O Som ao Redor

    Melhor Trilha Musical
    Entrega: Daniela Escobar
    Vencedor: André Abujamra / Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!

    Melhor Direção de Arte
    Entrega: Daniela Escobar
    Vencedor: Zenor Ribas / Colegas

    Melhor Montagem
    Entrega: Daniela Escobar
    Vencedor: Leyda Napoles / Jorge Mautner – o filho do holocausto

    Melhor Fotografia
    Entrega: Daniela Escobar
    Vencedor: Gustavo Hadba / Jorge Mautner – o filho do holocausto

    Melhor Roteiro
    Entrega: Daniela Escobar
    Vencedor: Pedro Bial / Jorge Mautner – O Filho do Holocausto

    Melhor Atriz
    Entrega: Daniela Escobar
    Vencedor: Fernanda Vianna / O Que Se Move

    Melhor Ator
    Entrega: Daniela Escobar
    Vencedor: Marat Descartes / Super Nada

    Prêmio Especial do Júri
    Entrega: Daniela Escobar
    Vencedor: Breno Viola, Rita Pokk e Ariel Goldenberg / Colegas

    Melhor Filme Júri Popular
    Entrega: Arnaldo Jabor
    Vencedor: O Som ao Redor

    Melhor Diretor
    Entrega: Arnaldo Jabor
    Vencedor: Kleber Mendonça Filho / O Som ao Redor

    Melhor Filme
    Entrega: Arnaldo Jabor
    Vencedor: Colegas / Marcelo Galvão

    Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Itamar Aguiar/Pressphoto

    Faltam poucas horas para a cerimônia de encerramento do 40º Festival de Cinema de Gramado. Um balanço geral do evento, no entanto, foi realizado hoje à tarde em uma coletiva na sala de debates da Sociedade Recreio Gramadense. Presentes no encontro, os curadores Marcos Santuario e Rubens Ewald Filho, o diretor da Um Cultural (produtora e proponente do Festival), Ralfe Cardoso, e a secretária de turismo e coordenadora do evento, Rosa Helena Volk.

    “Foi o primeiro passo de um grande projeto”, comentou a secretária, que afirmou a ideia de que a 40ª edição tem como objetivo dar o pontapé inicial para ampliação e solidificação do evento. Em números, a cidade de Gramado excedeu as expectativas em tempos de Festival: a perspectiva inicial de receber 150 mil visitantes foi superada. Até sexta-feira (17) a cidade já tinha recebido 170 mil visitantes. “Sabíamos que o desafio era grande, mas o carinho de todas as pessoas foi muito grande. Sentimos em todos a vontade de fortalecer o Festival, todos entenderam que era a hora de se unir. Que isso permaneça por muitos e muitos anos. Esse é um momento de agradecimento”, indicou Rosa Helena.

    Ralfe Cardoso também comemora o resultado alcançado pela 40ª edição, enfatizando a participação do público no processo de renovação do evento: “Tivemos momentos com mais e menos interesse do público, mas nunca salas vazias. É um momento de retomada de público. A redução do valor do ingresso foi fundamental nesse sentido. E, com certeza, isso será permante. Não existe razão para fazer diferente”. A imprensa também recebeu agradecimentos do diretor da Um Cultural, que destacou a parceria com os veículos de comunicação. “Nós carregamos juntos o Festival. Tivemos essa compreensão generosa de todos os segmentos, esforços sobrenaturais para celebrar os 40 anos do Festival e uma repercussão positiva para todos, inclusive do ponto de vista financeiro”.

    A plateia também teve voz na coletiva. Susana Schild, do júri da crítica, elogiou a curadoria composta por José Wilker, Marcos Santuário e Rubens Ewald Filho: “Normalmente, em várias seleções, temos que escolher o menos pior. Não foi o que aconteceu nessa edição. Assistimos a filmes surpreendentes, inusitados e que mostram novos caminhos”. Nesse sentido, a missão idealizada por Marcos Santuário foi cumprida, já que ele acredita que mais do que a curadoria falar, a ideia era de que os filmes falassem pelos curadores. O diretor da FUNDACINE, Luiz Alberto Cassol, ainda agradeceu a acolhida do Festival em relação às entidades de cinema, destacando que essa foi a primeira vez em que as entidades participaram efetivamente de diálogos com o evento. E, como apontou o curador Marcos Santuário, “ficou claro de uma vez por todas: a partir de agora, o Festival só vai melhorar!”.

    18 ago 2012

    Encontro com a imprensa faz balanço da 40ª edição

    Author: pronexo | Filed under: Sem categoria

    Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Itamar Aguiar/Pressphoto

    O último debate do 40º Festival de Cinema de Gramado aconteceu na manhã desse sábado na sala de debates da Sociedade Recreio Gramadense. Primeiro, o encontro colocou em pauta os curtas exibidos na noite anterior: Um Diálogo de Ballet e O Duplo. Com carreira que também abrange projetos realistas e naturalistas, a diretora Juliana Rojas disse que realizar O Duplo foi uma experiência especial: “Foi quando eu me senti mais confortável para usar elementos do gênero fantástico. Nunca pensei em fazer um filme de terror, mas sim usar elementos para dialogar com o gênero”. Já Márcio e Filipe, diretores de Um Diálogo de Ballet, contaram como foi o processo de direção compartilhada e a criação do estilo do curta: “Temos grande afinidade de interesses e um apreço muito grande pelo trabalho com atores e diálogos. Sempre entramos em consenso. E, nesse curta, pensamos na relação documentário X ficção desde início. Mais do que indivíduos, os personagens do curta representam um grupo social”.

    O último longa debatido na programação do 40º Festival de Cinema de Gramado foi Jorge Mautner: O Filho do Holocausto, de Pedro Bial e Heitor D’Alincourt. Antes de falar sobre o filme em si, o diretor comentou a qualidade acústica do Palácio dos Festivais, fazendo referência aos problemas técnicos da sessão de O Som ao Redor na quinta-feira: “O som é nosso grande parceiro. E parabéns para a organização pelo som. Público e realizadores precisam ter essa benevolência. Atualmente, existe uma transição de tecnologia e formatos muito grande. Temos que ter paciência”.

    Usando a obra O Filho do Holocausto, do próprio Jorge Mautner, como referência para a construção do filme, o diretor disse que Mautner é uma figura rica em histórias: “Dá para fazer uns dez filmes sobre o Jorge Mautner. E nós quisemos mostrar sua obra de forma palatável, apresentá-lo como um artista pop, como sempre foi a proposta dele”. D’Alincourt apontou que se não tivesse o livro como referência, existia a possibilidade de se perder em tantos momentos da vida do artista. Assim, o livro o ajudou a construir a estrutura do longa: “Casa música ali tem um porquê. Construímos o roteiro também com a música. E ainda demos a ele a luz e a captação que ele nunca teve. Foi tudo feito com muita confiança. A família dele abriu sua vida para nós”.

    18 ago 2012

    Último dia de debates

    Author: pronexo | Filed under: Sem categoria

    Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto

    “Estou de volta. 40 anos depois. Isso que é triste”, brincou Arnaldo Jabor. O homenageado do Troféu Eduardo Abelin não hesita em falar sobre o tempo: “Ser homenageado é bom e ruim. Bom por razões óbvias e ruim porque você se sente velho”. No encontro que realizou com a imprensa antes de se dirigir ao Palácio dos Festivais para a exibição especial de Toda Nudez Será Castigada, Jabor falou de cinema, jornalismo e política.

    Autocrítico, o diretor contou que está confortável com sua carreira na TV e que não tem planos de voltar a filmar: “Gosto de ser jornalista. Inclusive, acho que virei uma espécie de personagem de mim mesmo na TV. Não sei se volto a filmar, fazer cinema é barra pesada. E hoje, ao contrário do que acontece, não preciso fazer cinema para ganhar dinheiro. Se eu fizer um filme, tem que ser só pela vontade mesmo”.

    Quando desistiu do cinema nos anos 1990, com a gestão Collor, por “não ter um tostão” para fazer cinema e estar “cansado de sofrer por causa disso”, Jabor ainda não conseguia prever a mudança do espectador. No seu retorno ao cinema, em 2010, ele disse ter se assustado com a mudança: “O público mudou muito. Agora o espectador é um videogame do filme. Não existe mais o cinema analítico. É até meio ridículo você esculhambar o filme”.

    Depois do encontro com a imprensa, Jabor compareceu ao Palácio dos Festivais para a exibição de Toda Nudez Será Castigada, primeiro filme a vencer o Festival de Cinema de Gramado. Após a exibição, foi homenageado com o Troféu Eduardo Abelin. “Estou felicíssimo de receber homenagem desse Festival que nasceu da raiz do cinema brasileiro. Estou emocionado… 40 anos passam muito rápido!”, comentou. Retornando à Gramado depois de tanto tempo, o diretor falou das mudanças que percebeu na cidade, a necessidade do cinema brasileiro sempre renascer e como Toda Nudez Será Castigada foi um filme feito com muita garra e juventude.

    O homenageado também comentou as transformações passadas não só pelo cinema mas também pelo próprio mundo: “É um excesso de informações. Afinal, qual a real expressão disso tudo? Para onde vamos?”. Mais especificamente sobre o Brasil, fez uma revelação. “Não digo isso na TV, mas o Brasil está melhorando. É o país do futuro”, comentou. Fechando a mostra competitiva do Festival, também foram exibidos os curtas O Duplo, de Juliana Rojas, e Um Diálogo de Ballet, de Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, e o longa Jorge Mautner – O Filho do Holocausto, de Pedro Bial e Heitor D’Alincourt.

    18 ago 2012

    Homenagem para Arnaldo Jabor

    Author: pronexo | Filed under: Sem categoria

    O criador do Festival de Cinema de Gramado, Horst Volk, fala sobre o início do evento, momentos marcantes, dificuldades e o significado da 40ª edição

    Repórter: Matheus Pannebecker / Foto: Edison Vara/Pressphoto

    A 40ª edição do Festival de Cinema de Gramado não seria possível sem Horst Volk. Ou melhor, o Festival em si não teria existido sem ele. Volk foi para Gramado com a família em 1952, onde fundaram a Calçados Ortopé S.A. Vereador da cidade por dois mandatos e líder e presidente da Câmara de Vereadores, como prefeito se destacou pela liderança no setor turístico, fomentando e incentivando vários eventos na região serrana. Entre as tantas iniciativas que impulsionou e criou, está o Festival de Cinema de Gramado, que, nesta sexta-feira, 10, começa a celebrar os 40 anos.

    O início foi de muitos desafios a serem superados, principalmente os geográficos. “Gramado era uma cidade pouco conhecida. Não estava no mapa do Brasil. Literalmente. Mas nada é impossível. E foi só uma questão de tempo”. Ao lado do secretário de turismo da cidade, Romeu Dutra, seu “braço direito e esquerdo”, Horst Volk não se intimidou com as dificuldades e, em janeiro de 1973, realizou a primeira edição do Festival de Cinema de Gramado. “Nós fomos à luta e conseguimos. Tivemos muita coragem, até porque a cidade ainda não estava preparada. Fomos criticados pela comunidade religiosa e testemunhamos protestos para que não acontecesse uma segunda edição”, lembra.

    Só que Horst, apesar da desistência de alguns e da resistência da comunidade, decidiu levar a ideia em frente, pois considerava fundamental a valorização do cinema brasileiro em uma terra que ainda não tinha feito nada neste sentido. “Nessa jornada tivemos muitos apoiadores. Os atores José Lewgoy e Paulo José, por exemplo, foram muito importantes. Gaúchos com carreira no centro do país, eles contribuíram para a nossa troca cinematográfica com o Rio de Janeiro”, comenta. O Festival também contou com a Rede Globo e o Grupo Caldas Júnior. “As dificuldades de comunicação eram muito grandes. Não tínhamos telefone e o correio nos emprestou telégrafos!”. Mesmo assim, o início foi positivo, em especial a primeira edição, considerada “grande” por ele. “Muitos acharam escandaloso, porque tivemos até atriz fazendo topless, o que foi bom e rendeu uma boa mídia”, recorda.

    Nos anos seguintes, o crescimento e a visibilidade do Festival de Cinema de Gramado foram fundamentais para a evolução da própria cidade, que, até então, era conhecida por alguns cariocas como “Gramacho”. “Na época, Canela era mais famosa. O Festival nos trouxe mais visitantes e demos um grande salto cultural e turístico. Foi um divisor de águas”, segundo Horst. Outro momento marcante para o criador do Festival foi o ano de 1988, quando o evento completava 15 anos. Nesta data, os jornalistas já se comunicavam massivamente com o Festival e pediram mais lugares nas sessões de exibição. “O Festival já estava pequeno. Era necessário ampliá-lo. Assim, a comissão de ampliação, com grande parte do capital investido pela Ortopé, aumentou de 150 para 1050 o número de lugares no cinema”, comenta.

    Mesmo passando pela crise do governo Collor, o fechamento da EMBRAFILME, a falta de verbas para a cultura, e outros tantos momentos turbulentos do cenário político nacional, o Festival aconteceu ano a ano. “No período Collor, que foi a fase mais crítica, não nos abalamos. Todas as crises foram superadas com muito trabalho”, aponta. Agora, prestes a ver o evento completar 40 anos, Horst não esconde sua satisfação. “Nós sempre desejamos e trabalhamos para isso, mas virar realidade é outra história. Entre sonhos, alegrias e problemas – por que não – nada diminui a sensação de que tudo dará certo”. E deu!

    Horst não hesita em falar sobre os problemas financeiros atuais. “Este ano, o evento está mais enxuto financeiramente. Mas não em arte. Durante essa já longa trajetória, tivemos filmes bons e ruins, maior e menor financiamento do governo, alternância de políticos e visões. Mas sempre permaneceu a seriedade. Gramado sobreviveu a tudo. É o maior festival ininterrupto do Brasil”. Sua confiança para a 40ª edição também está depositada na nova coordenadora do evento – e também secretária de turismo de Gramado – Rosa Helena Volk. “Confio muito nela. É a pessoa certa, na hora certa, no lugar certo. Tenho certeza que esse grandioso evento está em excelentes mãos”, afima.

    E o que representa essa 40ª edição, que prestará uma homenagem a Horst Volk na noite do dia 12 de agosto? Para o criador do evento, os 40 anos significam glória. Mais do que nunca, é hora de acreditar no cinema e tornar o Festival cada vez maior. Horst ainda agradece à imprensa. “Afirmo, com certeza, que essa grande festa deve muito ao setor da comunicação. “Nada disso seria possível sem o trabalho da imprensa!”. Mais do que isso, ele faz questão de agradecer a todos os que fizeram história no Festival. “Obrigado! Mesmo! Jornalistas, atores, diretores, distribuidores, lanternas… É uma alegria ver esses 40 anos!  espero ver os 50!”.

     

    17 ago 2012

    Resistência e glória

    Author: pronexo | Filed under: Sem categoria